quinta-feira, 31 de março de 2011

É impossivel, mas Deus pode!

É IMPOSSÍVEL , MAS DEUS PODE ! Lc. 1:37

O que diria nosso inimigo, ( dispensações ).

venci....Adão na Inocência e na conciência.
venci....Noé.... no Gov. Humano.
venci....Abrão. no Patriarcal.
venci....Moisés . na lei.

O que diria os homens,

Ninguêm poderá vencer este inimigo,

Deus, olha para a galiléia (Nazaré ).
Encontra uma virgem, ( Maria ) Noiva de José.

Sem esposo,
Sem recursos,
sem amigos,
Sem apoio da Igreja,
Sem entender "nada".

Gabriel (Anjo) lhe diz: Descerá sobre tí a Unção do Espirito.
Tú serás a Mãe do Salvador.

Isto, aos Homens era impossível,
Porêm para o nosso Deus , tudo é possível,

faz dela a Mãe do Salvador ( Jesus)

Ainda neste tempo, Milagres poderão te alcançar

Nosso Deus está te escolhendo para realizar uma gde obra.
Tú pisarás na cabeça do inimigo.

Isto parece impossível, mas Deus pode.

2011...Ano da Restituição... Tome posse.

Band News - Ele Chegaram na África


Por Renato Vargens

Lamentavelmente esta corja  que propaga o espúrio evangelho da prosperidade chegou a África.  Pois é, infelzimente os falsos profetas que tomaram de assalto ao Brasil chegaram em território africano. Eu mesmo quando lá estive , pude testemunhar que o evangelho da confissão positiva tem feito naquele lugar.

O vídeo abaixo nos mostra de forma bem clara que as heresias do neo-pentecostalismo chegaram com toda força no continente africano. 

Diante do exposto, resta-nos orar e clamar ao Senhor pedindo a Ele que tenha misericórdia da África e livre os moradores daquela terra dos ensinos mentirosos dos falsos profetas.

Com lágrimas nos olhos,
Renato Vargens


sábado, 26 de março de 2011

Religião na Escola

Coluna do Jornalista Hélio Schwartsman - Folha.com


"O que são as histórias da Bíblia? Fábulas, contos de fadas?", pergunta a professora do 3º ano do ensino fundamental. "Não", respondem os alunos. "São reais!"
A cena, que teve lugar numa escola pública de Samambaia, cidade-satélite de Brasília, abre a reportagem de Angela Pinho sobre o ensino religioso no Brasil, publicada no último domingo na Folha. É um retrato perfeito da encrenca em que essa disciplina, que vem crescendo e hoje abarca mais ou menos a metade das escolas do país, nos lança.
Se as historietas bíblicas são reais, como quer a professora, então nós temos vários problemas. Procedamos por ramos do saber, a começar da física. De acordo, com Josué 10:12, Deus parou o Sol para que os israelitas pudessem massacrar os amorreus. Mesmo que eu não duvidasse da onipotência do Senhor, pelo que sabemos hoje de mecânica, nada na Terra sobreviveria a uma súbita interrupção de seu movimento de rotação. Em quem o aluno deve acreditar, no professor de religião ou no de ciência?
A física não o comoveu? Que tal a geologia? Pela Bíblia, a Terra tem cerca de 6.000 anos --5.771, a confiar nas contas dos rabinos. Pela geologia, são 4,5 bilhões. É difícil, para não dizer impossível, conciliar a literalidade das Escrituras com a existência de fósseis com idades substancialmente maiores que os seis milênios. Do lado de qual professor o aluno deve perfilar-se?
Talvez o problema esteja nas ciências "duras". Passemos às humanidades. A Bíblia, como todo mundo sabe ou deveria saber, é a fonte da moral, e os ensinamentos que ela traz nessa área são incontestáveis. Será? Em várias passagens, o "bom livro" autoriza ou mesmo manda fazer coisas que hoje consideraríamos horríveis, como vender nossas filhas como escravas (Êxodo 21:7) e assassinar parentes que abracem outras religiões (Deuteronômio 13:7). Se julgamos que a ética se aprende através de exemplos livrescos, sugiro trocar as Escrituras pelo mais benigno Marquês de Sade.
OK. Alguém pode argumentar que essa professora é uma exceção. Afinal, ela parece estar sustentando a inerrância da Bíblia, conceito que, no Brasil, é defendido por poucas religiões, notadamente adventistas e testemunhas de Jeová. Para as demais, as Escrituras não precisam e nem podem ser tomadas ao pé da letra.
Admito que essa mudança de discurso nos livra de algumas das dificuldades mais vexatórias --já não precisamos conciliar o criacionismo da Terra jovem com as aulas de ciência--, mas nem de longe acaba com elas.
O texto continua ...